A verdade é uma só: nós não sabemos de nada. Não entendemos o porquê de estarmos juntos e menos ainda do porquê de estarmos distantes. Não cabe a mim e nem a você tentar compreender o motivo pela qual você apareceu naquele lugar, exatamente naquele dia.
E por nada sabermos, culpamos o destino. Dizemos que desde o começo tudo já estava planejado e aos poucos os nossos caminhos se cruzaram, resultando nessa confusão que estamos vivendo.
Não busco mais as explicações do seu mundo, que é tão fechado que mal consigo encontrar uma pequena brecha para compreendê-lo. Enquanto eu, num esforço diário tento construir meu mundo, que ainda me engana e me faz ficar em desequilíbrio.
Não sabemos para onde iremos, não sabemos se os planos irão se realizar, mas estamos aqui. Um de frente para o outro, ainda acreditando na beleza do encontro que tivemos naquele dia e que perdura até agora, até o instante atual, que traz também a intensidade certa, não deixando nada transbordar.
Nós somos o que estava predestinado a ser. Então eu peço que deixe. Peço que permita-se ser e deixar com que tudo aconteça.
Sem interrupções.
E por nada sabermos, culpamos o destino. Dizemos que desde o começo tudo já estava planejado e aos poucos os nossos caminhos se cruzaram, resultando nessa confusão que estamos vivendo.
Não busco mais as explicações do seu mundo, que é tão fechado que mal consigo encontrar uma pequena brecha para compreendê-lo. Enquanto eu, num esforço diário tento construir meu mundo, que ainda me engana e me faz ficar em desequilíbrio.
Não sabemos para onde iremos, não sabemos se os planos irão se realizar, mas estamos aqui. Um de frente para o outro, ainda acreditando na beleza do encontro que tivemos naquele dia e que perdura até agora, até o instante atual, que traz também a intensidade certa, não deixando nada transbordar.
Nós somos o que estava predestinado a ser. Então eu peço que deixe. Peço que permita-se ser e deixar com que tudo aconteça.
Sem interrupções.

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