Olhe para mim.
Veja a solidão que causamos.
Eu também me culpo, pois desde o começo nos tornamos cúmplices dessa bagunça.
Agora tudo é solidão.
A culpa é nossa.
A casa vazia, grita pela sua presença.
O grito ardido ecoa por todos os cômodos.
Eu fico em silêncio, esperando inutilmente a porta ser aberta.
Mais um dia;
Mais uma noite;
Mais uma semana;
Mais um mês;
Ontem fez um ano.
O cinza também é bonito e o preto nem sempre significa luto.
Eu estou sentada, olhando para a janela e escrevendo mais uma página do livro prometido.
Mais um dia;
Mais uma noite;
Mais uma semana;
Mais um mês.
Veja a solidão que causamos.
Eu também me culpo, pois desde o começo nos tornamos cúmplices dessa bagunça.
Agora tudo é solidão.
A culpa é nossa.
A casa vazia, grita pela sua presença.
O grito ardido ecoa por todos os cômodos.
Eu fico em silêncio, esperando inutilmente a porta ser aberta.
Mais um dia;
Mais uma noite;
Mais uma semana;
Mais um mês;
Ontem fez um ano.
O cinza também é bonito e o preto nem sempre significa luto.
Eu estou sentada, olhando para a janela e escrevendo mais uma página do livro prometido.
Mais um dia;
Mais uma noite;
Mais uma semana;
Mais um mês.
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